Por Gerhard Pfandl
Judeus, Adventistas do Sétimo Dia e outros grupos guardadores do Sábado,
guardam o sábado cada sétimo dia de acordo com o relato da criação em Gênesis 1
a 2:3, e o quarto mandamento em Êxodo 20:9 a 11. Nos últimos anos, um número de
pessoas entre os Judeus Messiânicos e os Adventistas do Sétimo Dia começaram a
promover a “Teoria do Sábado Lunar”.
A “Teoria do Sábado Lunar”
Essa
teoria diz que o Sábado tradicional fixado a cada sétimo dia da semana, do
por-de-sol da sexta-feira até ao pôr de sol do sábado é uma corrupção do Sábado
bíblico “original” baseado no ciclo lunar. Sob esse modelo, o Sábado sempre
cairia no 8º, 15º, 22º e 29º de cada mês lunar.
“No calendário bíblico lunar-solar, cada lunação (ou mês lunar) sempre começa
com um dia de Lua Nova, o qual é classificado como dia de adoração. Seis dias
de trabalho seguirão o segundo através do sétimo do mês. O sétimo dia, Sábado,
sempre cai no 8º, 15º, 22º e 29º dia de cada mês lunar. Essa é a razão de ser
chamado de Sábado Lunar.” (1)
Desde que o mês lunar tem 29 dias e meio, cada mês tem 4 semanas com sete dias
e um ou dois dias a mais, dependendo se o mês tem 29 ou 30 dias. Se você
mantiver um ritmo de sete dias, significa que o “Sábado Lunar” pode cair em
qualquer dia de uma semana regular; porque com cada novo mês lunar cai um dia
ou dois depois na semana do que no último mês (veja abaixo). Como resultado, ao
seguir esse sistema a pessoa terá que lidar com uma situação muito difícil e
não prática de separar um dia diferente (normal de trabalho) em cada mês em uma
escala rotativa.
Uma complicação a mais surge da alegada contagem da lua nova e dias de
transição. Como o ritmo de sete dias não pode ser mantido se o Sábado deve
sempre cair no 8º, 15º, 22º e 29º de cada mês lunar, o primeiro dia, o dia de
Lua Nova, e o 30º dia do mês não são contados como parte da semana.
Todos os dias não são criados iguais de acordo com as Escrituras. O Senhor
Yahuwah ordenou três classes distintas e separadas de dias que ocorrem
mensalmente: os dias de Lua Nova, seis dias de trabalho e os Sábados do sétimo
dia. O 30º dia, conhecido em termos astronômicos com um dia de “translação”
(dia de transição), é simplesmente um dia de trabalho, mas não é parte dos seis
dias da semana seguidos pelo sétimo dia, o Sábado. (2)
Domingo
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Segunda
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Terça
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Quarta
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Quinta
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Sexta
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Sábado
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Dia de transição
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Dia de Lua Nova
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Sábado Lunar
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Os dias de transição (em amarelo) e os dias de Lua Nova (em azul) não são
contados como parte da semana regular porque “o dia de Lua Nova é um dia de
adoração e portanto não é contado quando se conta a semana” (3). No entanto,
quando o mês lunar tem 30 dias o tempo entre o Sábado no 29º dia do mês e o
primeiro Sábado do mês seguinte não são seis dias, mas oito dias (dia de
transição, dia de Lua Nova, e seis dias de trabalho) (4).
O Calendário de Israel
É
difícil imaginar um povo com as vidas mais reguladas pelo calendário do que o
povo do antigo Israel (5). O ano israelita era um ano “lunisolar” de 354 dias
nos quais os meses se alternavam entre 29 e 30 dias, mas o sétimo dia da semana
não era afetado pelo calendário lunar. O mês Judeu começa invariavelmente com a
Lua Nova. Não existe informação exata que explique como os Israelitas
originalmente ajustaram seu impreciso calendário lunar para sincronizar com o
atual ano solar. Mas nós sabemos que em tempos pós-exílio um mês extra foi
inserido entre Adar e Nisan. Aquele mês, algumas vezes chamado de Veadar (e
Adar), era adicionado sete vezes dentro de um clico de 19 anos.
O sistema de calendário Judaico e o ciclo das festas anuais estava ligado ao
tempo da colheita no ano Judaico. A Páscoa, no 14º dia do primeiro mês e a
“sacrifício de oferta movida”, dois dias depois, sempre caia no período da
colheita da cevada madura, Pentecostes, cinquenta dias depois do tempo da
colheita do trigo, e o Dia da Expiação e a Festa dos Tabernáculos no 7º mês
depois das colheitas remanescentes (primariamente uvas e azeitonas) tivessem
sido feitas. Este era o modelo geral no tempo do Velho Testamento como também
no tempo de Jesus.
Enquanto as festas judaicas foram fixadas pelo calendário lunar, o Sábado não
foi. Ele tinha o seu próprio tempo fixado e não era considerado parte das
festas. As festas eram dependentes do calendário lunar, mas o Sábado não era
dependente de coisa alguma exceto pelo ciclo de sete dias que Deus criou e
preservou desde a criação (6). Por toda a Bíblia existe uma distinção entre as
festas, luas novas, e Sábados do sistema cerimonial (veja exemplos em Lev.
16:31; 23:4 a 8; 25:4) e o sétimo dia, o Sábado (Gên. 1 a 2:3; Êxodo 20:8 a 11;
Lev. 23:3; Deut. 5:12).
As Afirmações dos Sabatistas Lunares examinadas –
Afirmação
#1 – “O Sábado do sétimo dia caía em cada 8º, 15º, 22º e 29º dia do mês lunar.”
(7)
a. Todos
os Sábados cerimoniais foram determinados para certas datas. A Páscoa no décimo
quarto dia do primeiro mês (Lev. 23:5); a Festa do “Pão Sem Fermento” no décimo
quinto dia do primeiro mês (Lev. 23:6); a “Festa das Primícias” (Primeiros
Frutos) no décimo sexto dia do primeiro mês (Lev. 23:10 a 11); a Festa das
Semanas ou Pentecostes, 50 dias depois da Festa das Primícias (Lev. 23:16); a
Festa das Trombetas no primeiro dia do sétimo mês (Lev. 23:24); o Dia da
Expiação no décimo dia do sétimo mês (Lev. 23:27); a Festa dos Tabernáculos no
décimo quinto dia do sétimo mês (Lev. 23:34).
Deus ligou cada Sábado Cerimonial a um dia em
particular. Se Ele quisesse que cada Sábado semanal fosse celebrado no 8º, 15º,
22º e 29º dia do mês por que não existe um só verso nas Escrituras dizendo aos
Israelitas que o Sábado deveria ser observado nestes dias? O Sábado semanal não
seria mais importante que os Sábados anuais?
b. De
acordo com Números 33:3 o Êxodo ocorreu no 15º dia do primeiro mês. O 15º dia
foi o dia depois da Páscoa, “partiram, pois, de Ramessés no décimo quinto dia
do primeiro mês; no dia seguinte ao da Páscoa saíram os filhos de Israel,
corajosamente, aos olhos de todos os egípcios.” Eles começaram sua jornada no
15º dia enquanto ainda estava noite. Ellen White diz que “antes que a manhã
raiasse, estavam a caminho” (8). Se o 15º dia foi um sábado teria sido o
primeiro dia completo da viagem. Sob a luz de Mateus 24:20, onde Jesus disse
aos discípulos, “orai para que a vossa fuga não se dê no inverno, nem no
sábado,” é difícil aceitar que Deus iniciou o êxodo do Egito no Sábado.
c. Os
filhos de Israel chegaram ao deserto de Sim “aos quinze dias do segundo mês,
depois que saíram da terra do Egito” (Êxodo 16:1). Novamente, eles viajaram no
15º dia, portanto não deve ter sido Sábado.
d. Em
Josué 5:10 a 12 nos é dito que o maná cessou no 16º dia do primeiro mês:
“Estando, pois, os filhos de Israel acampados em
Gilgal, celebraram a Páscoa no dia catorze do mês, à tarde, nas campinas de
Jericó. Comeram do fruto da terra, no dia seguinte à Pascoa; pães asmos e
cereais tostados comeram nesse mesmo dia. No dia imediato, depois que comeram
do produto da terra, cessou o maná, e não o tiveram mais os filhos de Israel;
mas naquele ano, comeram das novidades da terra de Canaã.”
A Páscoa foi no 14º dia do primeiro mês. No 15º dia
eles comeram dos produtos da terra, e no 16º dia o maná cessou. Se o maná
cessou no 16º dia do primeiro mês, ele deve ter caído no 15º dia, pois de outra
maneira o texto deveria ter dito que ele cessou no 14º dia ou no 15º dia.
Portanto o 15º dia não pode ter sido Sábado porque Deus nunca mandou maná no
Sábado. (9)
Nós olhamos quatro textos bíblicos que indicam que
o 15º dia do mês não podia ter sido Sábado. Isto mostra a falácia da “Teoria do
Sábado Lunar”. A coluna principal do seu ensino claramente não soa como os
advogados desta teoria querem nos fazer crer.
Afirmação #2 – “O Senhor ordenou três classes
distintas e separadas de dias que ocorreriam mensalmente: os dias de Lua Nova, seis
dias de trabalho, e os Sábados do sétimo dia.” Em adição, o 30º dia que também
não é contado como parte dos seis dias da semana.” (10)
a. De
acordo com Gênesis 1 a 2:3, Deus criou apenas duas classes de dias: seis dias
de trabalho e o Sábado. Isto é confirmado nos 10 Mandamentos em Êxodo 20 e
Deuteronômio 5. “Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo
dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nenhum trabalho.” (Êxodo 20:9 e
10)
b. Existe
evidência para um festival de Lua Nova entre as nações na antiga Mesopotâmia,
muito tempo atrás, no terceiro milênio antes de Cristo (11). Na Bíblia, no
entanto, a celebração da Lua Nova não é mencionada até o tempo de Moisés. A
única legislação concernente à Lua Nova no Velho Testamento está na prescrição
de uma oferta queimada de Números 28:14. Enquanto Amós 8:5 parece indicar que
nenhum trabalho deveria ser feito no dia de Lua Nova, outros textos mostram que
ele não era um dia de descanso. Por exemplo, Israel deixou o Egito no dia primeiro
do mês (Números 33:3); Foi dito a Moisés para edificar o tabernáculo no
primeiro dia do mês (Êxodo 35:2); Esdras começou sua jornada para Jerusalém no
primeiro dia do mês (Esdras 7:9). William Hallo diz: “Somente o primeiro dia de
Tishri tinha um caráter especial de dia santificado, e mesmo aqui o texto
bíblico, como é bem sabido, evita o termo ‘ros hassana’, cabeça do ano.” (12)
Ainda que a Lua Nova fosse um dia de descanso como
o Sábado, não existe indicação que ele não fosse reconhecido como parte dos 6
dias da semana, como eram todos os sábados cerimoniais de Levítico 23. Por que
deveriam todos os outros Sábados anteriores serem parte dos 6 dias da semana,
mas não o dia de Lua Nova?
c. Que
as semanas no Velho Testamento eram ciclos contínuos sem interrupção pela Lua
Nova é mostrado em Levítico 23:15 e 16.
“Contareis para vós outros desde o dia imediato ao
sábado, desde o dia em que trouxerdes o molho da oferta movida; sete semanas
inteiras serão. Até ao dia imediato ao sétimo sábado, contareis cinquenta dias;
então, trareis nova oferta de manjares ao Senhor.”
d. Sete
Sábados são 49 dias e o dia depois do último sábado é o 50º dia. Isto só pode
ocorrer se as semanas forem contadas como ciclos ininterruptos de sete dias.
Isto é confirmado pela linha de tempo do Dilúvio. De acordo com Gênesis 7:24
“as águas durante cento e cinquenta dias predominaram sobre a terra”. Começou a
chover “no ano seiscentos da vida de Noé, aos dezessete dias do segundo mês”
(Gênesis 7:11). A arca descansou no Monte Ararate cinco meses mais tarde “no
dia dezessete do sétimo mês” (Gênesis 8:4). Esta é uma clara evidência que o
mês bíblico tem 30 dias; portanto, 150 dias são cinco meses, sem interrupções
por dias de Lua Nova.
Afirmação #3 – “Os Judeus foram forçados a desistir
de seu calendário lunar e aceitar o calendário pagão romano:
Os
calendários Juliano ou Gregoriano nunca mudaram o ciclo de sete dias depois que
ele foi mudado do ciclo de original de oito dias por volta do tempo de
Constantino em 321 a.D. ... A maioria do povo não tinha tido ideia de que o
oitavo dia da semana do calendário pagão Juliano não fora reconhecido pelas
comunidades Hebraicas no tempo de Cristo. ... Foi somente depois que Roma
conquistou Jerusalém no ano 70 a.D. que os Judeus começaram a sucumbir para os
caminhos de Roma e seu calendário pagão.” (13)
Vestígios de sete dias semanais podem ser encontrados entre as primeiras
civilizações do Oriente Médio. Os astrólogos da Mesopotâmia designavam um dia
para cada dos sete mais proeminentes objetos no céu – o Sol, a Lua, e os cinco
maiores planetas visíveis a olho nu. Os Israelitas sempre ativeram-se aos sete
dias semanais como indicado claramente em Gênesis 1 a 2:3 e Levítico 23:15 e
16. Outras nações tinham semanas de diferentes durações. (14)
O calendário romano de oito dias foi mudado para o calendário de sete dias
ainda no período imperial, não no tempo de Constantino (15). Agora, se os
Judeus foram forçados a desistir de seu Sábado do calendário lunar e em troca
adotar o calendário pagão Juliano nos dias posteriores a 70 a.D. ou desde o
tempo de Constantino, deveria haver enorme quantidade de evidências hoje, de
que esta mudança tivesse ocorrido.
Os Judeus sempre foram muito persistentes e fiéis na observância do Sábado. Se
eles acreditassem que Deus tivesse dado a eles o sábado lunar, eles não
desistiriam sem uma grande batalha. Haveria escritos relatando em algum lugar
da história sobre a resistência dos Judeus na mudança do seu método de guardar
o Sábado.
Como os Judeus se espalharam por muitas nações do mundo seria necessário um
exército de missionários indo a toda parte para convencer e reforçar a mudança
de sua maneira de guardar o Sábado do método lunar para o ciclo semanal.
Deveria haver grupos de Judeus pelo mundo ferozmente apegados ao modo antigo que
Deus havia dado a eles e muitos grupos Judeus ainda deveriam estar guardando o
Sábado lunar até hoje.
Mas exatamente o oposto é que é verdadeiro. A história é absolutamente silente
de que alguma coisa como esta tenha ocorrido. Não existem leis que ordenaram a
mudança do ciclo do lunar para o Sábado semanal, e os Judeus, hoje, em torno do
mundo guardam o Shabat no dia de Sábado.
Quando diferenças surgem entre dois grupos, existe sempre uma brecha, com
alguns crendo de uma maneira e outros crendo de outra maneira. Com uma mudança
tão conflitante na estrutura de fé dos Judeus, nós deveríamos ver essa brecha,
essa ruptura, entre eles. Existe uma divisão entre os Judeus, mas não é sobre a
teoria do Sábado lunar. É a divisão entre os Judeus Karaítas Rabínicos – que
era principalmente, sobre o modo de calcular os dias de festas.
Um estranho cálculo matemático, de que todos os Judeus em torno do mundo,
tenham mudado do calendário lunar para os sete dias da semana, sem deixar nenhum
traço seria astronômico, ou virtualmente impossível. Este é um importantíssimo
link perdido para a teoria do sábado lunar.
Sumário e Conclusão
Os
sabatistas lunares afirmam que o calendário luni-solar é o verdadeiro
calendário bíblico, no qual o sábado cai sempre no 8º, 15º, 22º e 29º dia do
mês. Além do mais, a Lua Nova e o 30º dia do mês não são contados como parte da
semana. Eles ainda afirmam que os Judeus sob o Império Romano foram forçados a
abandonar o calendário lunar e aceitar o calendário Juliano com seu contínuo
ciclo de sete dias semanais.
Nossa investigação tem mostrado que estas afirmações não podem ser confirmadas
pelas Escrituras ou pela história. O Sábado bíblico, como o sétimo dia da
semana, foi instituído no Éden e foi celebrado pelos Judeus no Velho e Novo
Testamento sem interrupção de tempo. Assim como os dias de festas, os dias de
Lua Nova eram parte do ciclo semanal. Ellen White claramente afirma:
“Como
o Sábado, a semana originou na Criação, e ela tem sido preservada e trazida até
nós pelo relato bíblico. O próprio Deus separou a primeira semana como um
modelo para as sucessivas semanas para fecharem o tempo. Como qualquer outra,
ela consiste de sete dias literais.” (16)
Concluindo,
todos os argumentos dos sabatistas lunares se reduzem se Deus conectou o Sábado
ao calendário lunar, como Ele fez com as festas, ou se Ele estabeleceu um ciclo
semanal na Criação para o Sábado e o preservou até os nossos dias. Não existe
evidência conclusiva nas Escrituras que apontam para o Sábado sendo conectado
com a lua. Ao contrário, a Bíblia é clara mostrando que a semana tem um ciclo
recorrente de sete dias terminando com o Sábado. Isto é apoiado pelas retas
afirmações da Palavra de Deus, pelo Espírito de Profecia e pela História.
Gerhard Pfandl é
ex-Diretor Associado do Instituto de Pesquisa Bíblica.
(4) Eu
estou em débito com Terri Heagy pelo gráfico do calendário lunar. Seu
manuscrito não publicado “Challenges Regarding the Lunar Sabath” contém uma
excelente resposta à Teoria do Sábado Lunar.
(5) G. W. Bromiley, ed., “The
International Standard Bible Encyclopedia”, revisada, 4 vols. (Gran Rapids, MI:
Wm. B. Eerdmans, 1988) 1:576.
(6) Ver Gerhard F. Hasel,
“Sabath” no “Anchor Bible Dictionary”, ed. David Noel Freedman (New York:
Doubleday, 1992) 5:849-856.
(8) Ellen G. White, “Patriarchs
and Prophets” (Mountain View, CA: Pacific Press, 1958), 281.
(9) E
estou em dívida com Michael Pedrin por usar algum dos materiais nesse artigo.
Seu manuscrito não publicado “The Big Lie” é uma outra excelente resposta à
Teoria do Sábado Lunar.
(11) Ver William W. Hallo, “New
Moons and Sabaths: A Case Study in the Contrastive Approach”, Bible and Spade 9
(1980)
(12) Ibid,.
64.
(13) K.
L. French, “The Creator’s Calendar”, manuscrito não publicado, 3 e 4.
(14) Na
Assíria 6 dias era a regra, no Egito 10, na China 15. Os antigos Alemães usavam
um ciclo de 5 dias e os primeiros Romanos usavam oito dias.
(15) “Durante
os dois primeiros séculos depois de Cristo, o mundo Greco Romano em geral
adotou a semana planetária de sete dias dos astrólogos” (Encyclopedia
Britannica), 15ª edição, s.v. “Church Year”.
(16) Ellen G. White, “Patriarchs
and Prophets” (Mountain View, CA: Pacific Press, 1958), 11.